Tens finalmente a possibilidade de comprar uma moto, seja por já teres idade para guiar uma duas rodas, seja porque, finalmente, a vida te deu uma folga e conseguiste orçamento para concretizares um sonho. No entanto, com tantas opções à mão de semear, convém saberes o que escolher.

Para começar, deves avaliar o teu nível como motociclista. Se estás a começar, deves procurar soluções indicadas para iniciantes, não te deixando levar pela primeira moto que te conquistar.

Antes de tomares uma decisão, pesquisa, compara, pondera. E, faças o que fizeres, não decidas com o coração; percebe antes de mais o que te irá de facto satisfazer e completar. Para tal, faz uma espécie de autoanálise. És do tipo prático? Aventureiro? É que para cada perfil haverá a mota perfeita.

Antes de tomares uma decisão, pesquisa, compara, pondera. E, faças o que fizeres, não decidas com o coração; percebe antes de mais o que te irá de facto satisfazer e completar. Para tal, faz uma espécie de autoanálise. És do tipo prático? Aventureiro? É que para cada perfil haverá a mota perfeita.

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Se fores uma pessoa pragmática, uma scooter poderá ser o tipo de mota que irá corresponder às tuas necessidades, até pela facilidade da posição de condução, sentado com as pernas para a frente e pés poisados numa plataforma.

A Honda PCX, que no mercado dos usados encontras a partir dos 1500€, é uma scooter de design apurado, dotada de uma mecânica fiável. Além disso, deixa-se guiar de uma maneira muito fácil, sendo uma ótima aliada nas artérias urbanas muito movimentadas.

Outra possibilidade é a Suzuki Burgman, com modelos usados a partir dos 2000€, que se distingue pelo desempenho muito competente. Afinal, foi desenvolvida para proporcionar uma mobilidade eficiente e funcional como meio de transporte urbano. Um detalhe: o compartimento sob o assento é capaz de guardar dois capacetes.

Claro que poderás ser uma pessoa que gosta de coisas práticas, mas que, ao mesmo tempo, não está disposta a gastar muito. Nesses casos, poderás dar uma hipótese à Honda CG 125, capaz de se adaptar muito bem a quem está a aprender, além de ter uma mecânica poupada. Além disso, no mercado em segunda mão, consegues negócios a partir dos 1000€.

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Agora, se a ideia passa por usar a mota ao fim de semana, com o objetivo de realizar relaxados passeios, então as escolhas poderão recair sobre uma Yamaha XTZ Ténéré, que se distingue por ser um modelo robusto e ao mesmo tempo poupado. Além disso, graças a um depósito de dimensões avantajadas, é possível realizar longos percursos sem ter de abastecer. E, se se comporta bem em estrada, não desaponta quando encontra areia ou terra batida. Senão: é curta e não será a ideal para viajar com companhia.

Para desejos puramente estradistas, a Kawasaki Ninja promete uma boa performance, fruto de uma equilibrada potência.

Os sagrados 3 C’s que deves ter em conta para escolher uma moto

Já conseguiste definir para que queres a mota e até já tens em vista um ou outro modelo. Agora, está na altura de conhecer os sagrados 3 C’s, os quais nunca deverás esquecer antes de fechares negócio.

Cilindrada

O primeiro C é de cilindrada. É este o primeiro aspeto a que deves prestar atenção, definindo a mesma de acordo com a utilização que a mota terá. Por exemplo, se a intenção é somente fazer percursos citadinos, então a cilindrada mais baixa poderá ser mais amiga: a começar pelo preço mais apetecível e terminando no facto de precisarem de menos combustível do que as motas de motores maiores. Estas devem ser a escolha caso a ideia é realizar longas viagens.

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Custo

O segundo C é de custo, relacionando-o com os benefícios. É que nem sempre o mais barato acaba por se revelar mais económico: analisa bem as características da mota antes de tomares uma decisão.

Conveniência

Por fim, o terceiro C é de conveniência. Não vale a pena escolheres uma acelera se a intenção é realizar passeios longos de fim de semana, nem será uma boa ideia optares por uma mota de grande cilindrada para executar apenas circuitos urbanos.

Além disso, se te estás a iniciar nestas lides o melhor é não ires para motas muito pesadas nem muito potentes: fica-te por modelos abaixo dos 250 quilos e com um máximo de 70 cv de potência.

Lá chegará o tempo em que já dominarás o guiador como um profissional, podendo então enveredar por aventuras mais velozes.


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