Está na altura de mudares a panela de escape do carro?
Como a maioria das peças para automóveis, a panela de escape pode desgastar-se com o tempo. Se detetares um problema, mostramos-te como resolvê-lo.
Fazer reparações no sistema de escape pode, por vezes, tornar-se muito dispendioso, em função da marca ou modelo do material e das suas características. Adiar o trabalho de reparação necessário não é aconselhável e pode fazer com que o preço da intervenção suba de forma acentuada.
Tal aplica-se aos problemas relacionados com a panela de escape. Qualquer situação que ocorra com a panela de escape do carro, deves resolver rapidamente em vez de adiares a intervenção. Deste modo, evitas que um pequeno problema se transforme em algo muito mais sério.
Mas, antes de mais, o que é uma panela de escape? É um dos principais componentes do sistema de escape e tem como função minimizar o nível de ruído produzido durante o processo de libertação dos gases poluentes resultantes da combustão.
Uma panela de escape com problemas não só faz muito barulho, como, também, traz consequências para o condutor e ocupantes do veículo. As panelas de escape, como a maioria das peças para automóveis, podem desgastar-se com o tempo. Como tal, é importante estares atento a alguns sinais e sintomas que indicam que está na altura de mudares a panela de escape do carro.
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Existem algumas formas de saberes se a panela de escape do carro não está a funcionar corretamente. A primeira, é utilizares a audição. O maior e mais percetível sinal de problema na panela de escape é o ruído.
Quando ela falha, o carro torna-se de repente muito mais barulhento. Está particularmente atento a qualquer ruído estranho ou repentino, que pode muito bem indicar uma panela de escape solta ou partida.
A segunda dica é olhar. Outra coisa que podes fazer se estiveres especialmente desconfiado que algo se passa com a panela de escape, é utilizar um macaco para levantar o veículo e inspecionar visualmente a panela.
Provavelmente, serás capaz de identificar se existe um problema sério. Não te esqueças de verificar a presença de buracos ou marcas de ferrugem, que podem ser um grande problema.
Agora, a terceira dica: verifica se existe água. Enquanto fazes a inspeção visual à panela de escape, observa se há indícios de água a pingar. Um pouco de condensação é normal, mas água a sair de vários sítios na panela de escape é, definitivamente, um problema.
Quarta dica: verifica a temperatura. Deixa o veículo a trabalhar durante alguns minutos e, de seguida, verifica a temperatura para ver se está mais elevada do que o normal. Por vezes, um problema na panela de escape pode fazer com que o veículo sobreaqueça. Se assim for, precisas de resolver o problema rapidamente.
Regra geral, a maioria dos concessionários de automóveis não contempla a substituição da panela de escape no seu plano de manutenção programada. Recorre às dicas acima mencionadas para verificares se existem sinais de que a panela de escape tem um problema.
Além disso, podes requerer que a panela de escape seja inspecionada por um profissional de tempos a tempos. Os profissionais da manutenção automóvel conhecem as panelas de escape e podem fazer qualquer reparação que seja necessária. Lembra-te de que uma panela de escape em mau estado é algo que deves resolver o quanto antes.
O sistema de escape é responsável por afastar os gases de escape e as emissões nocivas criadas pelo processo de combustão interna do veículo. A panela de escape está, por vezes, localizada logo abaixo do banco traseiro, mas é mais comum situar-se por baixo da bagageira.
O sistema de escape é complexo e não se resume apenas a uma panela. Inclui muitos componentes: coletor de escape, tubo de absorção, conversor catalítico, câmara de ressonância e silenciador ligado ao tubo de escape. Juntos, estes componentes desempenham um papel importante para manter o veículo a funcionar de forma suave e silenciosa.
Os gases de escape quentes e as ondas sonoras são empurrados para o coletor de escape através da válvula de escape sempre que o cilindro do motor é acionado. O som e o gás movem-se, então, através de um tubo em direção ao conversor catalítico, onde os gases nocivos são convertidos numa mistura menos tóxica de dióxido de carbono, óxido de azoto e vapor de água. Tudo passa pela panela de escape, que dispõe de câmaras para anular os gases de escape e as ondas sonoras.
A panela de escape e o sistema de escape enfrentam, diariamente, elevadas temperaturas, que podem provocar fissuras e furos nas tubagens ao longo do tempo. A humidade entra no sistema e deposita-se no fundo, levando ao aparecimento de ferrugem na panela e noutros componentes do sistema de escape.
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